07 setembro 2005
Que significa a falta de tradição cívica para a eleições autárquicas ? (I)
O socialista Manuel Alegre considera que Portugal não tem “tradição cívica e de voluntariado” que permita o aparacimento de uma “vaga de fundo” à volta de uma candidatura apartidária à Presidência da República. O dirigente do PS respondeu assim aos apoiantes que anteontem, em Viseu, o instigaram a avançar com uma candidatura mesmo sem o apoio do PS. …. “A candidatura é unipessoal, depende da vontade do candidato, e pode ser apoiado por partidos politicos. Eu disse que estava disponível, não foi acompanhado pelo partido (…..) e sabemos que, no nosso sistema político, o apoio dos partidos é importante”, enfatizou.
“Há paises que têm uma grande tradição de iniciativa cívica, de voluntariado. Se eu fosse americano, numa situação como a que nós estamos a viver, faria uma conferência de imprensa, diria que sou candidato e com certeza que imediatamente havia muitos voluntários por todo o país, a apoiar a minha candidatura. Neste país, não temos esta tradição, dos clubes cívicos, dos clubes políticos. Se esssa vaga de fundo surgir, algo de novo estará a acontecer no nosso país”, acrescentou. “ Por isso, fiquei onde fiquei, o resto está nos mãos dos cidadãos”, realçou, sublinhando no entanto que não alimenta nenhuma exspectativa nesse sentido. Ainda assim, frisou que “a democracia não pode viver fechada nos guetos partidários e institucionais”, até porqué a própria Europa exige maior participação democrática e mais participação dos cidadãos”. ….. (Público du dia 1 de Setembro 2005).
Parece-me ser uma dupla lição a reflectir para todos que querem acabar com os regimes unipartidários que estão a governar o Concelho de Alcácer do Sal - e, ainda, muitos outros concelhos do país - desde trinta anos.
“Há paises que têm uma grande tradição de iniciativa cívica, de voluntariado. Se eu fosse americano, numa situação como a que nós estamos a viver, faria uma conferência de imprensa, diria que sou candidato e com certeza que imediatamente havia muitos voluntários por todo o país, a apoiar a minha candidatura. Neste país, não temos esta tradição, dos clubes cívicos, dos clubes políticos. Se esssa vaga de fundo surgir, algo de novo estará a acontecer no nosso país”, acrescentou. “ Por isso, fiquei onde fiquei, o resto está nos mãos dos cidadãos”, realçou, sublinhando no entanto que não alimenta nenhuma exspectativa nesse sentido. Ainda assim, frisou que “a democracia não pode viver fechada nos guetos partidários e institucionais”, até porqué a própria Europa exige maior participação democrática e mais participação dos cidadãos”. ….. (Público du dia 1 de Setembro 2005).
Parece-me ser uma dupla lição a reflectir para todos que querem acabar com os regimes unipartidários que estão a governar o Concelho de Alcácer do Sal - e, ainda, muitos outros concelhos do país - desde trinta anos.
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O CORNUDO DO MASSANO O CARLOS GORDO DISSE QUE ELA VALE A PENA PINAR E DO ZE XULOSO ALIAS CAETANO E DO PORCO DO PAREDES VAI DAR DE COMER A TUA AMIGA FERNANDA DA COMPORTA, DEIXEM-SE DE PRESEGUIÇÕES SEUS MALANDROS DE MERDA NUNCA FIZERAM NADA POR ALCÁCER SEUS BADANECOS DE MEIA TIJELA
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